Internet A Rede Das Redes

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Endereçamento IP

Como são gerenciados os endereços na Internet?

Em uma rede TCP/IP, cada computador, ou melhor, cada placa de rede, caso o computador possua mais do que uma, possui um endereço numérico formado por 4 octetos (4 bytes), escritos na forma xxxx.xxxx.xxxx.xxxx. Além deste Endereço IP, cada computador possui uma máscara de rede (network mask ou subnet mask), que serve para quebrar um endereço IP em um endereço de rede e um endereço de host. Todos os computadores em uma mesma rede local (fisicamente falando, por exemplo, um mesmo barramento Ethernet) devem ter o mesmo endereço de rede, e cada um deve ter um endereço de host diferente. Tomando-se o endereço IP como um todo, cada computador em uma rede TCP/IP (inclusive em toda a Internet) possui um endereço IP único e exclusivo.

Organismos internacionais e autorizados controlam todos os endereços IP em uso ou livres na Internet, para evitar duplicações, e reserva certas faixas de endereços chamadas de endereços privativos para serem usados em redes que não irão se conectar diretamente na Internet.

Quando um computador com o protocolo IP recebe um pacote para ser enviado pela rede, ele quebra o endereço destino utilizando a máscara de rede do computador e compara com o endereço de rede dele mesmo. Se os endereços de rede forem iguais, isto significa que a mensagem será enviada para um outro computador na mesma rede local, então o pacote é repassado para o protocolo de enlace apropriado (em geral o Ethernet). Se os endereços forem diferentes, o IP envia o pacote para o default gateway, que é o equipamento que fornece a conexão da rede local com outras redes. Este equipamento pode ser um roteador dedicado ou pode ser um servidor com múltiplas placas de rede, e se encarrega de encaminhar o pacote para a rede local onde está o endereço IP do destino.

É importante que o endereço IP do default gateway esteja na mesma subnet (subrede) de um grupo de computadores  para que possam enviar pacotes para ele e se comunicarem com outras subredes.

Resumindo um computador qualquer em uma rede TCP/IP deve ser configurado com pelo menos estes três parâmetros: o seu endereço IP exclusivo, a sua máscara de rede (que deve ser a mesma utilizada pelos demais computadores na mesma LAN) e o endereço IP do default gateway.

Até logo!

 

A Internet

Como nasceu a Internet?

A progenitora da Internet foi a Rede da Agência de Projetos Avançados (ARPANET), financiada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos para permitir que os computadores em universidades e laboratórios de pesquisa compartilhassem informações e recursos de rede. Havia também o interesse de criar redes mais confiáveis, com vários caminhos alternativos, menos hierárquica e com uma filosofia aberta (não proprietária). A ARPANET foi implantada pela primeira vez em 1969, totalmente operacionalizada em 1975, e substituída pelo NSFNET em 1990. A comutação de pacotes da ARPANET e protocolos de comunicação TCP / IP formaram a espinha dorsal do que se tornou a Internet global.

Como funciona? Considere a seguinte analogia. As cidades locais tendem a ser bem servidas por estradas. Para ir de uma cidade para a outra, é necessário acessar as estradas principais. Para conectar diferentes estados, grandes rodovias são construídas. Tudo que uma cidade precisa fazer para ser uma parte da rede nacional de estradas é fazer uma única estrada que liga a cidade à rodovia. Se fizer isso, todos os moradores da cidade podem viajar por todo o país de carro. Da mesma forma, usando linhas de comunicação, satélites e transmissão de rádio para comunicação, a Internet conecta todas as redes locais (LANs) e redes de longa distância (WANs) numa rodovia central, chamada “backbone WAN”.

Para configurar essa arquitetura, a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada (ARPA) criou duas peças de software que definiram como a informação viaja nessa estrada: o Protocolo de Internet (IP) e o Protocolo de Controle de Transmissão (TCP). Isto é, da mesma forma que as rodovias têm sinais de saída e limites de velocidade, é necessário que existam regras para orientar o fluxo de informação na Internet.

O IP e o TCP são dois componentes das camadas de software da Internet que operam no topo (acima) da camada de hardware.

Veja o próximo artigo desta categoria!

A Internet a Rede das Redes

Conceitualmente, a Internet é uma rede de redes, mas como essas redes são conectadas?

Para criar uma rede local, por exemplo na sua casa ou sua empresa, é necessário ligar alguns computadores via cabo de pares, cabo de fibra óptica (que utiliza a luz em vez de eletricidade para transportar dados), ou via wireless (que utiliza ondas de RF para transportar dados no meio aéreo).

Imagine agora várias redes locais…

Para interconectá-las, você precisa usar um computador “conector” chamado de roteador. Ao utilizar roteadores, você pode expandir gradualmente o tamanho da rede.

A Internet é essencialmente uma conexão física de grupos de computadores (redes locais), conectados por roteadores, com regras bem estabelecidas para garantir a comunicação.

Bom Programa!

Internet e redes autônomas

Porque o conceito de sistemas autônomos é fator chave na internet?

O conceito de sistemas autônomos (AS) é chave para a Internet – “uma rede de pacotes que tem a sua própria tecnologia de roteamento, normalmente um único protocolo de roteamento, e, administrada por um único provedor”.

As redes autônomas são fisicamente interconectas via roteadores e as informações de roteamento são trocadas entre as redes, via um protocolo de roteamento externo (external routing protocol).

Na Internet, a rede fornece o serviço de transporte básico para suportar a transferência de pacotes entre quaisquer pares de fonte-destino – o transporte de rede é transparente ao usuário final.  A Internet opera no “modelo fim-a-fim” – toda a inteligência está nos terminais e está, normalmente, fora do domínio da rede do provedor. Dentro deste modelo duas configurações são comuns: Cliente-Servidor e Peer-to-Peer.

  • Na configuração Cliente-Servidor a inteligência do cliente permite solicitar e reconhecer os serviços ofertados pelo servidor. Existe uma hierarquia, onde as complexidades do serviço são tratadas pelo servidor.
  • Na configuração peer-to-peer, dois ou mais hosts participam de um serviço sem nenhuma hierarquia. Todos os participantes podem receber e fornecer os serviços. Cada modelo tem suas vantagens e desvantagens.

Até logo!

Comutação de Pacotes

Como a comutação de pacotes compartilha o meio de transmissão e permite comunicação e economia em larga escala?

A única forma de reduzir a necessidade de fios para conectar computadores, e viabilizar a comunicação em larga escala, foi desenvolver um método onde os dados possam viajar a partir de várias fontes para vários destinos compartilhando as linhas de comunicação.

Isto foi conseguido através da aplicação do conceito de comutação de pacotes. Os pesquisadores descobriram que podiam quebrar qualquer informação (como documentos de texto, arquivos de música e imagem) em pequenos “pacotes”; fazendo isso permitiu um único fio transportar informações de vários tipos origens e destinos. Dois desafios apareceram: 1) como os pacotes chegam ao destino certo e, em sua chegada, como o destinatário junta os pacotes novamente?

Cada página que você vê na Internet é um documento que alguém escreveu, e vive em um computador em algum lugar. Quando você navega com o Google, na essência significa um pedido de permissão para acessar algum documento que está arquivado em um computador. Para que você possa visualizá-lo, o Google precisa enviá-lo para você, e o TCP / IP ajuda a fazer exatamente isso. O TCP divide o documento em pequenos pacotes e atribui a cada pacote algumas etiquetas ou controles.

Em primeiro lugar, o TCP numera os pacotes de forma que possam ser reagrupados. Em seguida, ele dá a cada pacote um “controle de erro” (chamado de checksum) que é usado para avaliar se os dados que chegam foram alterados. Por último, o pacote é designado com seus endereços de destino e de origem, para que ele possa ser encaminhado corretamente.

O IP define um endereço único para cada dispositivo na Internet. Você deve ter notado esse número. Segue-se a estrutura geral de quatro grupos de números chamados octetos, Em que o valor de cada octeto é entre 0 e 255.

Até o próximo artigo!

Internet e Protocolos

Quais são os principais protocolos da Internet?

A Internet tem diferentes significados quando vista por diferentes perspectivas. Para os usuários finais ela é um conjunto de serviços – e-mail, web, serviços transacionais, dentre outros. Para especialistas, a Internet é um conjunto complexo de protocolos para o fornecimento de conectividade e serviços …

Até logo!

Internet e o protocolo HTTP

Como funciona o HTTP –  HyperText Transfer Protocol?

Em outras palavras: como recebemos as páginas da web que desejamos exibir, por exemplo,  http://www.site.com/pictures /pic1.jpg ?

  1. Primeiro, o seu navegador acessa o DNS para obter o endereço IP correspondente de www.site.com.br para saber onde o servidor está.
  2. Seu navegador deve enviar algum tipo de mensagem pela Internet dizendo ao servidor para enviar o arquivo. Uma solicitação de HTTP faz exatamente isso. O HTTP é um conjunto de regras (protocolos) para o intercâmbio de recursos (textos, imagens, áudio, e assim por diante) na Internet.
  3. Sua solicitação pode ser de dois tipos: GET e POST. O método GET informa ao servidor que você deseja obter os arquivos do servidor. Ao receber um pedido GET, o servidor recupera os arquivos apropriados e os envia de volta para o seu navegador. O outro tipo de solicitação é o POST, que o navegador usa para enviar dados para o servidor (por exemplo, os dados a serem armazenados numa base de dados ou uma palavra de consulta de pesquisa).

Com o método GET, a informação que você enviar para o servidor é adicionada à URL. Se você está procurando a frase “mediterrâneo” no site www.site.com.br, por exemplo, o pedido GET pode gerar a URL como www.site.com/search?q = mediterrâneo. Se o termo de pesquisa é enviado via POST, o “período da viagem” seria dentro da mensagem HTTP e não visível na URL. Na superfície, parece que os seus dados estão escondidos, o que é bom, mas os dados ainda podem ser acessados ??de outras formas, por isso não podemos assumir que é completamente seguro. Uma vez que um usuário (conhecido como um cliente) acessa um servidor, essa  arquitetura é conhecida como cliente / servidor.

Portanto, o seu navegador emite um pedido, que encontra o servidor “site” e diz para obter a página que contém o arquivo pic1 (uma página web). O servidor obtém o recurso, e o envia de volta usando TCP / IP. Quando os dados são retornados para o navegador, são inseridas algumas peças-chave para que o navegador possa reconstruir o documento para visualização. É composta por um cabeçalho HTTP, que fornece informações úteis sobre os dados, bem como o conteúdo em si. O navegador pode usar isso para exibir, ou disponibilizar o recurso. O processo não está necessariamente terminado, já que o navegador pode necessitar de emitir mais pedidos. Isso ocorre porque o servidor pode enviar apenas um recurso por vez de volta para o navegador, e vários pedidos são necessários para a construção de uma página web. Se você quiser visualizar a página que tem a imagem pic1, você está pedindo dois recursos: a página HTML e a imagem pic1 localizado na página HTML . Por isso, o navegador precisa de pelo menos dois pedidos. Se a página tem uma imagem, como neste exemplo, ou exige a formatação que está definida em outro arquivo no servidor os pedidos HTTP adicionais são necessários para recuperar os recursos do servidor.

Tudo que você vê, desde a página web, seu estilo de imagens e suas legendas, foi buscado via solicitações HTTP.

Até logo!

DNS – Domain Name System

O que realmente acontece nos bastidores quando alguém visita um site?

Por exemplo, você abre seu navegador e quer acessar uma imagem num site  www.dominio.com.br. As páginas da web que você quer visitar são documentos codificados em HTML (linguagem de marcação para posicionar os componentes da página e hiperlinks para outras páginas ou recursos. e eles são armazenados num computador chamado de servidor (próprio ou alugado num provedor). O servidor hospeda o site on-line. Todos os arquivos de sua aplicação estão no servidor. Se o site tem fotos ou vídeos, eles são armazenados no servidor e cada arquivo é referido como um recurso.

  • Você digita o endereço web do site – Uniform Resource Locator (URL), www.site.com dentro do browser. Tecnicamente, você poderia digitar o endereço IP específico do servidor do site porque é aí que a página vive, mas quem tem a capacidade de lembrar o endereço IP vinculado a cada site? Você se lembra do endereço de correio de cada um de seus amigos? Em vez disso, você provavelmente olha os seus endereços em um catálogo de endereços.
  • O Domain Name System (DNS), mapeia o nome de domínio www.site.com.br, para seu endereço IP.
  • Você alcança o www.site.com.br e clica em um link para visualizar a galeria de fotos neste site – todas estas imagens estão no mesmo servidor (para simplificar) e estão todas na pasta chamada “fotos”.
  • Você notará a URL mudar para site.com/fotos. Se você clicar sobre a primeira imagem, talvez você seja levado para http://www.domínio.com/imagens/ima1.jpg.

Se você quebra a URL nas suas partes componentes, vemos que o nome de domínio indica o servidor apropriado, e todo o restante após o “.com” diz onde os arquivos estão localizados no servidor (a localização hierárquicado arquivo). Em outras palavras, o URL é o endereço textual de um recurso. Para uma carta, o CEP localiza a cidade e bairro, mas você precisa da rua e número para encontrar um endereço particular. O mesmo é verdadeiro para as URLs.

Funcionamento. O DNS funciona de forma hierárquica em árvore. Todo o servidor DNS contem um servidor pai e servidores filho. Uma estrutura do tipo árvore.

  • Por exemplo,  “domínio.com.br” possui o seu servidor DNS, que contém os nomes dos computadores (e endereços IP correspondentes) sob a sua “autoridade”. E este servidor de DNS sabe o endereço IP do servidor DNS do domínio que está acima dele, no exemplo é o domínio “.com.br”, que sabe o endereço IP do servidor acima dele, no exemplo é o domínio “.br”
  • O servidor DNS do domínio “.br” sabe os endereços de todos os servidores dos domínios a ele subordinados (.com.br, .gov.br, etc) e o endereço do servidor DNS raiz de toda a Internet.
  • Dessa forma, uma consulta de uma aplicação por um endereço IP sobe pela hierarquia de servidores DNS, até o domínio comum de nível mais baixo que seja comum a origem e destino, ou até chegar ao servidor raiz, e depois desce na hierarquia, até o domínio onde está o computador destino. A resposta volta pelo caminho inverso, porém cada servidor DNS mantém um cache das respostas recebidas, de modo que uma nova requisição pelo mesmo nome não necessitará percorrer novamente todos os servidores DNS.

O processo como um todo é rápido e possibilita que milhares de organizações integrem suas redes a um custo aceitável e com grande autonomia. Quando acrescentamos uma máquina num domínio, basta registrar o novo computador no  servidor DNS da subrede.

Até logo!

Internet e HTML

Qual a função e o benefício da linguagem HTML?

O TCP/IP resolveu a transferência de dados em torno da Internet, mas ainda precisava existir uma maneira de exibir e visualizar os dados recebidos a partir de outros computadores. Em 1990, Tim Berners-Lee e outros na Organização Européia para Pesquisa Nuclear (CERN) desenvolveu os precursores da HyperText Markup Language (HTML) e HyperText Transfer Protocol (HTTP), que permitem conjuntamente a troca de informações online na Internet. A linguagem tradicional da Web, a HTML, gira em torno de comandos simples de formatação, para instruir um navegador da Web, por exemplo, a pôr uma linha de texto em itálico ou centralizá-la em uma página.

Novas linguagens permitirão aos programadores ir muito além disso …

  • Darão condições de usar etiquetas para descrever o significado de objetos como palavras e imagens, e também de fazer associações entre objetos, como palavras e imagens, e também de fazer associações entre objetos diferentes.
  • O nome de uma pessoa, por exemplo, pode levar consigo informações sobre seu endereço e atividade profissional, as coisas de que não gosta, e sobre suas relações com as outras pessoas.
  • O nome de um produto pode ter etiquetas que mostrem seu preço, disponibilidade, fabricante e compatibilidade com outros produtos.
  • Os sucessores da HTML usarão etiquetas para descrever os significados dos objetos como palavras e imagens.
  • Os engenheiros de software acreditam que essa nova linguagem vai preparar o terreno para “conversas” muito mais inteligentes entre os computadores da Internet.
  • Transformará a rede de informações em uma rede de significados, uma “rede semântica”, como costuma ser chamada.

Bom Programa!

WWW – World Wide Web

Como funciona a aplicação WWW?

A aplicação WWW roda sobre a Internet e é composta de uma infinidade de páginas (Web pages), que estão armazenadas em Servidores Web, espalhados pelo mundo inteiro e conectados de forma dedicada à Internet.

Os clientes Web são tipicamente browsers (ex: Netscape, Explorer). E a comunicação entre esses servidores e clientes é feita através do protocolo HTTP (HyperText Transfer Protocol) que por sua vez está baseado no TCP/IP, através da linguagem HTML (Hipertext Markup Language – uma forma não linear de apresentar textos, imagens ou sons).

O browser, do inglês to browse (paginar), são programas de acesso, que permitiram ao usuário uma interface mais agradável à Internet e suas páginas Web. Quando um browser encontra um som, imagem ou vídeo, ele transfere os dados para outros programas, chamados plug-ins, para rodar ou mostrar o arquivo. Trabalhando em conjunto, browsers e plug-ins podem oferecer uma experiência multimídia completa ao usuário. Assim, quando se utiliza um browser para explorar a Internet, o que está sendo feito é uma visualização de documentos na WWW, através da linguagem HTML. Os textos das páginas são escritos em HTML e transferidos do servidor para a máquina cliente, através do protocolo HTPP.

Cada documento, arquivo, site, filme, música ou qualquer coisa que possa ser achado na Internet, tem um único URL (uniform resource locator), que identifica em que computador está sua localização e o seu nome específico. A partir desses conceitos, podemos definir Web como um sistema de descoberta e recuperação de documentos, baseado no conceito de hipermídia. O Sistema URL (localizador Uniforme de Recursos) é usado para identificar e padronizar o formato do endereço eletrônico de qualquer tipo de documento ou recurso (impressora, disco, etc) na World Wide Web. A primeira parte do endereço especifica que protocolo usar (normalmente http), a segunda parte especifica o endereço IP ou nome de domínio, onde o recurso está localizado. As URL são traduzidas em endereços numéricos, usando o Domain Name System (DNS). O endereço numérico (o endereço IP) é o endereço URL “real”.

Um domínio é um grupo de computadores e dispositivos numa rede, que são administrados como uma unidade, com regras e procedimentos comuns. Dentro da Internet, domínios são definidos pelo endereço IP.Todos os dispositivos que compartilham uma parte comum do endereço IP são ditos no mesmo domínio. Um nome de domínio é o nome que identifica um ou mais Web sites, usando seus endereços de Protocolo IP.

Até logo!

Correio Eletrônico

Como funciona o Correio Eletrônico?

No correio eletrônico é utilizado um protocolo muito simples, para a troca de mensagens, que é o SMTP (Simple Mail Transfer Protocol). Os servidores de e-mail são máquinas que armazenam mensagens recebidas e enviadas pelos seus usuários. O e-mail, enviado a partir de um PC, vai para o servidor de e-mail do provedor, que o remete ao servidor de e-mails do destinatário. Estas operações são efetuadas utilizando o protocolo SMTP. O destinatário pode consultar este e-mail via Webmail ou fazer download para o seu micro, a partir de sua caixa postal no seu servidor de e-mails. Essas operações de recuperação de emails são feitas através de um outro protocolo, o POP (Post Office Protocol).

A maioria das aplicações de e-mail (algumas vezes chamadas clientes e-mail) usa o POP, embora outras usam o protocolo, o IMAP (Internet Message Acess Protocol), capaz de possibilitar a pesquisa das mensagens, ainda quando elas estejam no servidor de e-mail, e selecionar quais delas deverão ser carregadas para o ambiente local.

Até logo!

 

Internet e Cookies

Para que servem os cookies?

O processo realizado pelo HTTP pode parecer ineficiente. Quando você “atualiza” uma página da web que contém vários quadros, o navegador tem que fazer um monte de trabalho: “Eu preciso da página. Oh! Eu também preciso da primeira foto. E a segunda. E a terceira. Eu gostaria de ter uma tabela que me diz como é o estilo de tudo. Eu preciso do arquivo de áudio, também, se a página reproduz a música em segundo plano. Isso pode levar um longo tempo e a página pode não ter mudado desde sua última visita.

Navegadores são inteligentes e podem armazenar “em cache”, ou salvar, páginas web vistas recentemente. Desta maneira, evitam interações supérfluas com o servidor. O “caching” assume que nenhum dos recursos que compõem uma página mudou, mas uma solicitação HTTP simples pode confirmar esse fato. Somente quando existirem alterações de páginas web que o navegador precisa disparar a sua enxurrada de pedidos.

Ao acessar sites, os usuários frequentemente ativam cookiesCookiessão essencialmente as coisas que os sites podem armazenar em seu computador que descrevem dados que você pode ter dado ao site.

Suponha que você visite o “site” e preenche alguns formulários, e consulte alguns produtos. O www.site.com pode armazenar os produtos que você visualizou em um cookie. Quando você retornar, o site pode acessar seu cookie e personalizar a experiência com base nas informações apresentadas. Por um lado, os cookies são desejáveis ??porque eles ajudam a navegação no site; por outro lado, eles levantam algumas preocupações com a privacidade e a segurança das informações.

Bom Programa!

Internet e QoS

A Internet roteia os pacotes de informações num esquema de “best effort.” No qual a rede determina o roteamento mais fácil de um ponto a outro. Cada usuário da rede envia seus dados e compartilha a largura de banda com todos os fluxos de dados dos outros usuários. Os fluxos realizam a melhor forma possível para chegar ao seu destino, conforme as rotas definidas e a largura de banda que estiver disponível. Quando há congestionamento pacotes são descartados sem distinção. Não há garantia de que o serviço será realizado com sucesso, nem mesmo de desempenho. Entretanto, muitas aplicações necessitam de tais garantias.Dessa forma a Internet NÃO garante QoS. Entretanto nem todo tipo de tráfego aceita esse tratamento, algumas aplicações exigem QoS.

Com Qualidade de Serviço, é possível oferecer maior garantia e segurança nas aplicações para Internet, uma vez que o tráfego de aplicações avançadas (voz sobre IP, vídeo-conferência) passam a ter maior prioridade, enquanto usuários de aplicações tradicionais continuam utilizando o melhor esforço.

Com QoS na Internet, quando há um congestionamento apenas os pacotes de melhor esforço são descartados. Para que isto possa acontecer, os pacotes são marcados para distiguir os tipos de aplicações, e os roteadores são configurados para criar filas distintas para cada aplicação de acordo com as prioridades das mesmas. Assim, uma faixa da largura de banda, dentro do canal de comunicação, é alocada para determinados tipos de fluxos de dados ou aplicações e, dependendo da aplicação, os pacotes “nunca” são descartados e a banda alocada não excederá os valores pré-definidos. O descarte de pacotes ocorrerá de acordo com o tipo da aplicação e do tipo de algoritmo de filas utilizados, no caso de congestionamento da banda definida para o fluxo ou aplicação. Isso será objeto de uma discussão futura.

Atualmente existem dois modelos para implementar QoS na Internet: serviços Integrados (IntServ) e serviços diferenciados (DiffServ). IntServ é um modelo baseado em reserva de recursos, enquanto que, serviços diferenciados é uma proposta onde os pacotes são marcados de acordo com classes de serviços pré-determinadas.

Até logo!

Linguagens de Programação

Quais são os tipos de linguagens utilizadas nas aplicações que rodam na Internet?

Aplicações da Internet são programadas ou codificadas em uma linguagem de programação. O código define como o aplicativo será executado, define tudo, desde o que você vê ao que acontece no fundo (back end). Você pode ter ouvido falar sobre linguagens como PHP, Python, Ruby e C, mas o que elas são e quais são as principais diferenças entre elas? Quais os fatores que deve se considerar ao selecionar uma linguagem?

Entre outras coisas, a linguagem de programação é usada para definir o que é referido como back end (extremidade traseira). O back-end é responsável pelo processamento de todas as ações de um usuário. Por exemplo, quando você clica em “Adicionar amigo” no Facebook, o back end do Facebook processa o clique, interagindo com um banco de dados que armazena todos os usuários do Facebook e outras fontes de informação para entregar o que você está esperando. Neste exemplo, o back-end envia uma mensagem para o seu amigo e, em seguida, gera uma caixa de pop-up que diz “Pedido de amizade enviado.”

Para o Google, o back-end trata a sua consulta  través de seus algoritmos para fornecer resultados . O back-end também é chamado de “lado do servidor” porque o código que define o back end vive no servidor. O usuário não interage com o back-end diretamente, mas através de uma interface que chamamos de front-end. A extremidade dianteira se refere à visão e gama de interações que podem ser executadas em uma determinada página. O botão “Adicionar amigo” que você clicou e página de perfil do seu amigo é o front end do Facebook. É a parte que você vê.

A taxa de desenvolvimento das linguagens de programação é surpreendente.

Os rankings de popularidade de linguagens de programação variam de ano para ano. Veja abaixo um exemplo de monitoramento de ranking das linguagens mais populares.


Até logo!