Geedds

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GEEDDS em Projetos IP

Quais são as dimensões que devem ser analisadas no projeto de Rede IP?

Alguns pontos importantes para o projeto de rede IP podem  ser segmentados nas dimensões GEEDDS – Gerência, Economia, Escalabilidade, Disponibilidade, Desempenho e Segurança. Veja abaixo um resumo:

Gerenciamento . A gestão da rede é importante porque fornece uma maneira de monitorar a saúde da rede, para verificar as condições de operação, para isolar falhas e configurar os dispositivos para efetuar mudanças. Um pouco de pro atividade na fase de projeto pode levar a uma implementação muito mais fácil de recursos de gestão.

Economia. Um projeto de rede IP que atende a todos os requisitos da organização, mas que está 200% do orçamento, deverá ser revisto. Equilibrar requisitos de custo com os requisitos de custos seja talvez um dos aspectos mais difíceis de um projeto de rede. A essência está na palavra compromisso ou tradeoffs.

Escalabilidade. Uma rede bem concebida deve ser escalável, de modo a crescer. Introdução de novos hosts, servidores ou redes, não deve exigir uma reformulação completa da topologia da rede. A topologia escolhida deve ser capaz de acomodar a expansão devido a requisitos comerciais. Padrões Abertos. O projeto inteiro e os componentes que constroem a rede devem ser baseados em padrões abertos, o que implica em flexibilidade para interconectar diferentes dispositivos de diferentes fornecedores. Modularidade. Modularidade divide um sistema complexo em menores, mais gerenciáveis ??e torna a implantação muito mais fácil de manusear. Modularidade assegura também que uma falha numa determinada parte da rede possa ser isolada de modo que não irá afetar toda a rede. A operacionalização da rede é melhorada com a concepção modular. Por exemplo, adicionar um novo segmento de rede ou uma nova aplicação para a rede não vai exigir re-endereçamento de todos os hosts da rede. Elasticidade. Elasticidade é a capacidade da rede aumentar e diminuir de acordo com a necessidade, sem folgas ou gargalos. Isto gera economia e simplifica o planejamento de rede.

Disponibilidade / Confiabilidade. Requisitos de negócios certamente exigem um nível de disponibilidade e confiabilidade da rede. Um sistema de negociações de ações, com base em uma rede para garantir tempo de resposta de transação de três segundos, não faz sentido se a rede está inoperante em três dos sete dias da semana! O tempo médio entre falhas (MTBF) dos componentes devem ser considerados quando da concepção da rede, do mesmo modo que o tempo médio para reparo (MTTR). Adicionalmente, criar redundância lógica na rede é tão importante como a redundância física. Será tarde demais e caro se a redundância e confiabilidade de uma rede for avaliada no meio da fase de implantação.

Desempenho. Existem dois tipos de medidas de desempenho que devem ser considerados para a rede. Uma é o  throughput e o outra é o tempo de resposta. Throughput é a quantidade de dados que podem ser enviados no menor tempo possível, enquanto o tempo de resposta é o tempo que um usuário deve esperar até um resultado seja retornado do sistema. Esses dois fatores precisam ser considerados ao projetar a rede. Não é aceitável projetar uma rede sem cumprir esses 2 requisitos.

Segurança. A segurança de rede de uma organização é um aspecto importante em um projeto, especialmente quando a rede faz interface com a Internet. Os riscos de segurança devem ser tratados no projeto da rede. Considerar a segurança numa fase posterior deixa a rede aberta para ataques até que todos os buracos de segurança estejam fechados. E, uma abordagem reativa ao invés de proativa é muito mais cara.

Até logo!

GEEDDS do Roteamento

Quais são os benefícios GEEDDS do roteamento IP?

O roteamento define os caminhos seguidos pelo tráfego em situações normais e em condições de contingência. O roteamento é a inteligência da rede e  tem implicações diretas nas dimensões GEEDDS – gerência, economia, escalabilidade, disponibilidade, desempenho e segurança. Uma das formas de entender melhor o que é roteamento é avaliar os problemas que ele resolve nessas perspectivas.

Gerência  (capacidade de visibilidade, monitoramento e controle). O roteamento segmenta a rede e aumenta a capacidade de visibilidade e controle da rede.

Economia (capacidade de agregar maior valor). O roteamento reduz o custo de operação da rede, já que melhora a gestão, escalabilidade, disponibilidade, desempenho e segurança.

Escalabilidade (capacidade de ajustar em quantidade e qualidade aos perfis de tráfego e acessos). A entrada de um novo ponto ou site em uma rede exige que todos os demais sites saibam como encaminhar tráfego para este novo ponto de rede. A rede aprende os novos caminhos para este site e pode direcionar o tráfego para ele. Este aprendizado é  função própria do roteamento. O roteamento é fator fundamental para permitir escalar (expandir) as redes.

Desempenho (capacidade para atender aos requisitos de desempenho das aplicações de negócio)s. Balanceamento de Carga entre caminhos diferentes afetam a qualidade de serviço. Em uma rede são definidos caminhos alternativos entre sites. O uso adequado destes caminhos depende do roteamento utilizado.

Disponibilidade  (capacidade de disponibilizar acesso aos ativos). Ao formar uma rede é usual definir um site backup para o CPD (Central de Processamento de Dados). Em caso de desastre ou de indisponibilidade do CPD, este site assume as funções do CPD. Para que isso ocorra é necessário que o roteamento detecte a queda do CPD e redirecione o tráfego para o site de “disaster recovery”. Em caso de falhas de um enlace, a rede precisa avaliar automaticamente quais caminhos alternativos para direcionar o tráfego. Essa verificação depende do roteamento utilizado.

Segurança. (capacidade de proteção dos ativos). Por segurança, podemos obrigar o tráfego a passar por um ponto de  “teste de segurança”, para verificação de pacotes e permissões (firewall).  O  controle e direcionamento de tráfego é uma função típica do roteamento.

Até logo!

GEEDDS da Virtualização de Armazenagem

Quais são os principais atributos GEEDDS da Virtualização de Armazenagem?

Gestão e Otimização de Recursos: Nos sistemas convencionais quando uma aplicação necessita mais capacidade de armazenagem, mais discos são adquiridos e o sistema é expandido. Normalmente neste momento o sistema fica com uma capacidade ociosa de armazenagem. Quando isto é analisado do ponto de vista de um Datacenter, a capacidade ociosa torna-se um problema de custos. A virtualização permite se obtenha recursos de armazenagem na medida da necessidade de cada aplicação pois os recursos são considerados como um todo, levando a uma utilização mais eficiente dos discos e a uma expansão mais rápida para as aplicações;

Economia e Custo de Operação: A expansão da armazenagem tratada de forma independente por aplicação torna-se dispendiosa do ponto de vista de tempo gasto na expansão, recursos humanos envolvidos, além do próprio desperdício acumulado pela baixa utilização de discos. Isto faz com que o TCO (Custo total de propriedade) seja elevado nos casos de sistemas convencionais de armazenagem. A virtualização de armazenagem permite a expansão do pool de armazenagem sem onerar diretamente cada aplicação, permitindo um uso racional dos recursos e a expansão rápida. A associação de um novo disco ao pool é feita através de uma console de gerência utilizando comandos simples do tipo drag and drop. Do ponto de vista da aplicação a expansão é feita sob demanda e de forma instantânea;

Ampliação da Disponibilidade: Nos sistemas tradicionais de armazenagem, a disponibilidade das aplicações é comprometida por períodos de manutenção e upgrade de software dos sistemas de armazenagem. Com a virtualização da armazenagem as atualizações são realizadas em partes do sistema com mínimas interrupções elevando o tempo total de disponibilidade das aplicações usuárias;

Melhoria de Desempenho: muitos sistemas trabalhando numa mesma tarefa com armazenagem centralizada podem sobrecarregar sistemas de armazenagem aumentando tempos de resposta. Com os sistemas virtualizados a carga é distribuída entre vários sistemas físicos ampliando o desempenho das aplicações;

Segurança: monitoramento de segurança pode ser implementado em sistemas de armazenagem de maneira que somente aplicações autorizadas ou servidores são permitidos de acessar os ativos de armazenagem.

GEEDDS das LANs Corporativas

Quais são os atributos GEEDDS das LANs Corporativas?

Em uma arquitetura de redes hierárquica cada camada de rede possui funções bem definidas e gera os seguintes benefícios:

1.Gerenciabilidade  Mais fácil de gerenciar, pois é mais fácil de entender e medir. A arquitetura hierárquica fornece visibilidade sob os elementos de rede por função o que facilita a realização de medidas, e dá previsibilidade para a rede. A administração da rede em termos de manutenção, expansão e resolução de problemas é facilitada.

2.Economia – Gerar retornos maiores que os investimentos. Reduzir TCO. Balancear Capex e Opex.

3.Escalabilidade – A rede hierárquica é mais escalável. A expansão é feita em camadas. Em uma primeira etapa pode-se expandir apenas acessos e outra se pode expandir núcleo de rede para ampliar a capacidade. O processo de expansão é mais fácil de planejar.

4.Desempenho – Uma rede hierárquica simplifica os caminhos possíveis de um ponto a outro o que reduz o esforço dos protocolos de roteamento. A concentração do tráfego de uma camada superior faz com que as bandas sejam melhor utilizadas ampliando também o desempenho.

5.Disponibilidade – Redes hierárquicas definem caminhos redundantes de mesma complexidade permitindo rápido failover e ampliando a disponibilidade da rede.

6.Segurança – A melhor forma de se implementar segurança em redes corporativas é definindo topologias hierárquicas redundantes que permitam caminhos alternativos para lidar com ataques DoS e isolar domínios de falhas.

Até logo!

GEEDDS MPLS

Quais são os benefícios GEEDDS do MPLS?

O MPLS apresenta uma série de características que potencializam muitos benefícios para os serviços que suporta.

Uma forma mneumônica é grupá-los em 5 categorias que denominamos de Matriz de Valor GEDDS – Gerência, Economia, Escalabilidade, Disponibilidade, Desempenho e Segurança:

  • Gerência. Roteadores de clientes mais simples, Topologia mesh. Terceirização da a administração de rede para o provedor.
  • Economia. O MPLS provê roteadores de clientes mais simples, minimizando investimentos e custos de operação. É mais eficiente do que tecnologias anteriores em todas as dimensões.
  • Escalabilidade. O MPLS é de natureza peer-to-peer, com alta flexibilidade para configurar topologias. A adição de um novo site na rede exige a configuração apenas do próprio site – não necessita intervenção na rede como um todo. Variedade de Interfaces: o MPLS permite o acesso de diversos tipos de interfaces e protocolos de camada 2 (vide Modelo OSI). O acesso à camada de serviços MPLS pode ser via Frame Relay, E1, SDH, xDSL, MetroEthernet, GPRS, WiFi e WiMax.
  • Desempenho. QoS: o backbone MPLS permite implantar QoSpara diferentes tipos de tráfego – voz, dados, vídeo. Altas velocidades: é implantado em roteadores criando um backbone MPLS que permite a oferta de portas para a formação de redes corporativas em velocidades que vão de 64Kbps até 10Gbps. MulticastO tráfego “multicast” é um tráfego que vai de uma origem para vários destinos (1 para n), simultaneamente, tipicamente vídeo, TV e rádio. O MPLS permite o aproveitamento de banda e facilita a implantação de aplicações “multicast”.
  • Disponibilidade. Alta disponibilidade:O backbone MPLS é um backbone de alta disponibilidade devido à facilidade para definir rotas alternativas de tráfego e do rápido re-roteamento do tráfego para estes caminhos alternativos através do Traffic Engineering (aplicação de gerência de tráfego para provedores de serviços, para melhorar o desempenho da rede).
  • Segurança – A comutação por “labels” do MPLS isola os serviços do backbone IP, tornando-os “invisíveis” pelo nível 3, resultando em redes altamente seguras.

Até logo!

Cloud – Necessidades e Objeções

Quais são as necessidades e objeções mais frequentes de cloud?

Principais Problemas (necessidades) que levam  à compra de Cloud:

  1. Reduzir custos (Economia)
  2. Elasticidade para dinamicamente aumentar ou reduzir capacidades (Escalabilidade)
  3. Rapidez para implantar novas funcionalidades (Escalabilidade)
  4. Obter funcionalidades não disponíveis na estrutura de TI interna (Escalabilidade)
  5. Desenvolver soluções de maior disponibilidade (Disponibilidade)
  6. Liberar recursos (Economia)
  7. Maior facilidade para justificar OPEX x CAPEX (Economia)
  8. Pagar apenas pelo uso dos recursos utilizados (Economia)
  9. Atender requisitos temporários (Escalabilidade)
  10. Outros

Obs: Os principais alavancadores são Custo e Elasticidade

Principais Objeções que devem ser prevenidas para a venda de Cloud:

  1. Segurança e Confidencialidade dos dados (Segurança)
  2. Percepção do ROI de Cloud (Economia)
  3. Falta de tempo e expertise para analisar as soluções e provedores (Gerência)
  4. Incerteza sobre o tipo de relacionamento de provimento de serviços (Gerência)
  5. Preocupações sobre a disponibilidade dos serviços (Disponibilidade)
  6. Incertezas sobre o uso de infraestrutura compartilhada (Segurança)
  7. Carência de SLAs que sejam específicos e mensuráveis (Desempenho)
  8. Política de Governança TIC com restrições para usar IaaS (Gerência)
  9. Falta elasticidade do provedor (Escalabilidade)
  10. Outros

Obs: Os principais ofensores são Segurança e prova do ROI

 

Até logo!

Outsourcing x Solução Própria

Quais são os fatores frequentemente analisados para avaliar solução própria x solução de outsourcing?

A decisão de consolidar, mover, expandir datacenter, usar soluções de cloud computing, terceirizar datacenters, contratar colocation  e hosting de provedores de serviços,  depende de vários fatores, que precisam ser investigados e avaliados. Na tabela abaixo, apresentamos um exemplo de simplificado de comparação entre solução própria vs outsourcing (soluções de provedores de datacenter ou cloud computing.

Na tabela anterior, apresentamos 5 atributos de valor, frequentemente utilizados.

De uma forma geral, a opção de outsourcing precisa apresentar uma melhor matriz de valor GEEDDS – Gerência, Economia, Escalabilidade, Disponibilidade, Desempenho e Segurança, que a solução própria corrente. A estrutura de custos do outsourcing é bem mais simples que a estrutura de custos de soluções próprias. Tem muito menos componentes. Um erro frequente na comparação solução própria vs outsourcing é comparar escopos diferentes. Por exemplo é frequente “não levar em conta” os custos associados com construção, operação e manutenção, da solução própria.

Outras questões considerados dizem respeito aos benefícios inerentes de cada modelo de solução.

Benefícios do Outsoursing

  • Previsibilidade de Custos – O outsourcing fornece serviço por uma taxa mensal, que são os custos operacionais, distribuídos por muitos anos em vez de uma grande despesa inicial. Os seus termos são negociados no início, sem surpresas ao longo da vida do contrato. Quando o cliente roda com facilidades próprias  frequentemente aparecem custos de manutenção imprevistos durante as atualizações de equipamentos.
  • Time to Market – A escalabilidade para aumento de capacidade com o modelo de colocation é mais rápido, mais barato e pode ser realizado a qualquer momento.
  • Melhor acesso a espaço e energia- provedores de centros de dados gerenciam e operar centros de dados como seu core business. Isso aumenta o poder de compra e ganhos de escala, taxas mais competitivas de espaço, tarifas de serviços públicos, energia e infraestrutura de refrigeração.
  • Gestão de especialista – provedores de colocation são experientes e altamente qualificados em operação de datacenters. Outras empresas, principalmente as de médio e pequeno porte, podem ter acesso a esse tipo de especialização. Também fornecem serviços gerenciados opcionais, incluindo a monitorização,” hands on”  e acesso a outros serviços de parceiros de TI.

Benefícios da Solução proprietária:

  • Manter o Controle – a construção do próprio datacenter permite maior controle sobre todos os aspectos de datacenter: acesso de visitantes e atividades de manutenção de potência e eficiência de refrigeração.
  • Contar com pessoal especializado e dedicado – existência de pessoal interno e recursos para manter e operar todos os aspectos de planejamento, instalação, operação e manutenção.
  • Mitigar Risco – não arriscar em falhar no contrato de colocation.
  • Economia de Escala – poder acessar espaços já existentes de propriedade da empresa.

 

Até logo!

Conhecer a Oferta: Cloud Computing

Quais são os Problemas que Cloud Computing resolve para os potenciais compradores?

O diagrama abaixo exemplifica essa avaliação via o uso da Matriz de Valor GEEDDS.

  • São listados os problemas (+) e objeções (-) mais frequentes relacionados ao uso de cloud computing, segundo pesquisas. Ambos, problemas e objeções, são listados em ordem de maior importância e ocorrência no mercado.
Conclusão:
  • Como era de se esperar, as capacidades de cloud cobrem todo o espectro de problemas  do mercado empresarial. Daí o grande impacto que provoca no mercado TIC.
  • Para vender cloud, como qualquer outro serviço, a primeira coisa a ser feita é identificar qual é o problema do potencial comprador que cloud irá resolver.
  • Para ganhar fluência situacional (conexão problemas com capacidades e vice versa) para a sua próxima visita, desenhe a matriz de valor do potencial comprador. Concentre-se nos 3 principais problemas e 3 principais objeções possíveis.

 

Até logo!

Barreiras para Cloud Computing

Quais são as barreiras para Cloud Computing?

Apesar dos avanços tecnológicos que tornaram possível a computação em nuvem, ainda há grandes obstáculos para essa nova tecnologia. Listamos alguns dos obstáculos mais evidentes:

  • Disponibilidade do serviço – O que acontece quando o prestador de serviço não puder disponibilizá-lo?
  • Desempenho. Pode uma grande empresa global mover sua TI para a nuvem e ter garantias de que suas atividade não serão afetadas negativamente pela sobrecarga da nuvem? Uma resposta parcial a essa pergunta é fornecida por acordos de nível de serviço (SLAs).
  • Gargalos na transferência de dados. Muitas aplicações são sensíveis aos dados. Uma estratégia é a de armazenar os dados tão perto quanto possível do local onde se faz  necessário. Transferir 1 TB de dados em uma rede de 1 Mbps leva 8000000 segundos, ou cerca de 10 dias. Em outras palavras: é mais rápido e mais barato usar o serviço de correio e enviar dados gravados em alguns dos demais meios de comunicação disponíveis do que enviá-lo através da rede. Redes de altíssima velocidade vão aliviar este problema no futuro; por exemplo, uma rede de 1 Gbps reduziria esse tempo para 8.000 s, ou pouco mais de 2 h.
  • Menor previsibilidade de desempenho. Esta é uma das consequências do compartilhamento de recursos.
  • Dependência de Fornecedor. Quando um cliente está ligado a um provedor é difícil mudar para outro. Os esforços de padronização no Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) tentam resolver este problema.
  • Segurança. Confidencialidade dos dados e auditabilidade. Este é o problema mais sério.
  • Elasticidade. A capacidade de escalar para cima e para baixo rapidamente. Novos algoritmos para controlar a alocação de recursos e colocação de carga de trabalho se farão necessários.

Existem outros problemas de menor grandeza para os quais não há soluções claras neste momento, incluindo licenciamento de software e bugs de sistemas.

Até logo!

Governança de TI e GEEDDS

Todas as normas e melhores práticas atuais de gestão colocam a tecnologia da informação como ponto central.

A Governança de TI pode ser percebida pelas variáveis GEEDDS

  • Gerenciabilidade: ITIL, COBIT, BPM e outros frameworks estabelecem controles rígidos de custos, riscos, desempenhos e resultados.
  • Economia: A Governança de TI tem que gerar economia e valor para os negócios. A economia é medida pela relação benefícios sobre custos e riscos. A boa governança reduz custos e riscos de forma balanceada com o aumento de benefícios para os negócios.
  • Escalabilidade: Com a automação de processos se obtem ganhos de escala. A automação de uma empresa está calcada no uso de TI. O uso de TI é um alavancador da escalabilidade dos processos de negócios.  Melhor gestão dos processos de TI e, por conseguinte, melhor desempenho nos processos de negócios.
  • Desempenho: O tempo de entrega no BPM é medido em cada etapa do processo. O desempenho de cada unidade de serviço é essencial ao desempenho final. Maior desempenho é função de controle, indicadores e comparações entre formas de executar o processo e resultados obtidos.
  • Disponibilidade: É acesso aos ativos de uma organização. PCN – Plano de Continuidade de Negócios e o ERM – Enterprise Risk Management, CBIT, ITIL, demonstram a importância que é dada ao fator disponibilidade em Governança de TI.
  • Segurança: Com a governança a área de segurança receb destaque especial. É hoje uma das áreas que mais cresce em TI. Há um padrão ISO para conformidade em segurança. As normas da família 27000 consideram especificamente a segurança de redes, a elevada disponibilidade, contingência, controle de acesso e inventário de ativos de redes.

Conclusão: o objetivo da Governança de TI é prover um salto qualitativo e diferencial nas variáveis GEEDDS de negócios.