Ferramentas Cognitivas

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Aprendizado Construtivista

Como construímos significado e conhecimento via o processo de construtivismo?

A construção e novos conhecimentos depende do que já sabemos, experiências prévias, como essas experiências foram registradas, quais os modelos mentais empregados, quais as crenças que suportam as nossas interpretações dos  eventos e experiências.

O construtivismo é basicamente uma teoria sobre como as pessoas aprendem. É baseada no conceito de que as pessoas constroem seu próprio entendimento e conhecimento do mundo, experimentando coisas e refletindo sobre essas experiências. Quando encontramos algo novo, temos de reconciliá-lo com nossas idéias e experiências anteriores, talvez mudar  o que acreditamos, ou talvez descartar uma nova informação como irrelevante. Em qualquer caso, somos “criadores ativos” do nosso próprio conhecimento. Para fazer isso, devemos fazer perguntas, explorar e avaliar o que sabemos.

O foco é nos tornarmos “aprendizes peritos”. Usar ferramentas cada vez mais efetivas para continuar aprendendo. Ou seja, aprender como aprender!

Quando refletimos continuamente sobre nossas experiências, de forma estruturada, ganhamos o poder de desenvolver novas habilidades cada vez mais fortes para integrar novas informações.

professor dá lugar ao facilitador para: incentivar o processo de aprendizagem e reflexão, examinar o conhecimento atual, identificar  conceitos e aplicações captados pelo grupo, divulgar projetos e experimentos relevantes, discutir o aprendizado e experiências, entender melhor o conceito. O foco está na construção do conhecimento em vez de reproduzir informações e fatos, no fornecimento de ferramentas para a resolução de problemas e atividades do dia a dia, buscar conclusões e inferências. Criar um ambiente de aprendizagem colaborativa. Transformar a pessoa de um receptor passivo de informação para um participante ativo no processo de aprendizagem.

O objetivo não é  “reinventar a roda”. É desencadear a curiosidade e entender como as coisas se transformam e funcionam. Fazer com que as pessoas se engajem e apliquem seu conhecimento,  testem suas teorias e tirem conclusões de suas descobertas. Fazer com que as pessoas discutam exemplos dos fundamentos no trabalho, falem com os outros sobre isso. Tenham em mente perguntas ou idéias para compartilhar com seus colegas.

Até logo!

Ferramentas cognitivas

O que são ferramentas cognitivas e quais seus benefícios?

A Cognição é o processo de aquisição de conhecimento e envolve fatores diversos como o pensamento, a linguagem, a percepção, a memória, o raciocínio etc., que fazem parte do desenvolvimento intelectual.

A aprendizagem cognitiva é o uso da tecnologia, via artefatos cognitivos e ferramentas cognitivas, para ajudar a aumentar o desempenho do processo de cognição. Isto é, ajudar a pessoa a pensar mais significativamente e assumir a propriedade do seu conhecimento, ao invés de simplesmente reproduzir o que foi transmitido. Estimular o pensamento crítico e a construção dos seus próprios conhecimentos. Usar  “ferramentas mentais” (mindtool) para ajudar a empregar tecnologia para construir e representar o conhecimento e transcender as limitações da mente, como a memória, por exemplo, em atividades de pensamento.

Ferramentas cognitivas são ferramentas não inteligentes, dependendo da pessoa para fornecer a inteligência, não o computador. Isso significa que o planejamento, a tomada de decisões e a auto-regulação são responsabilidade da pessoa e não da tecnologia. Mas, servem como catalisadores poderosos para facilitar essas habilidades, para promover a reflexão, a discussão e a solução colaborativa de problemas.

Até logo!

Ferramentas cognitivas – princípios básicos

Quais os princípios básicos para o desenvolvimento de ferramentas cognitivas?

Os princípios básicos que orientam o uso de programas de software interativos como ferramentas cognitivas para o ensino e a aprendizagem são:

  • Focar o processo de aprendizado no exercício e reflexão, ao invés da transferência de conhecimento.
  • Capacitar as pessoas a projetar as suas próprias representações de conhecimento, ao invés de representações preconcebidas por outros.
  • Apoiar o pensamento reflexivo profundo para a aprendizagem significativa.
  • Servir como parceira intelectual e registro de conhecimento.
  • Permitir um “aprendizado ativo”.
  • Prover cenários guiados e suportados por facilitadores com situações, problemas, implicações e soluções do dia a dia das pessoas e empresas.
  • Prover ambientes de aprendizagem em sala de aula e ambientes virtuais colaborativos.

Até logo!

Instrumentação cognitiva

O que é instrumentação cognitiva?

Artefatos cognitivos são coisas feitas para ajudar ou melhorar as habilidades cognitivas, como calendários, listas de tarefas, lembretes, bases de dados, planilhas, redes semânticas, sistemas especialistas, softwares de comunicações, programas de teleconferência, ambientes de construção colaborativa on-line de conhecimentos, software de construção multimídia / hipermídia ou até uma linha amarrada no dedo.

Um Ambiente de tarefa refere-se às escolhas, ações e resultados que um determinado usuário tem para uma determinada tarefa. Pode ser descrito como um grafo direcionado onde os nós são estados e os links são ações. Alguns links levarão a estados finais que representam a conclusão da tarefa. Um ambiente de tarefa é dinâmico e alterado pelos atores.

Instrumentação é o processo de transformar um artefato em um instrumento da atividade do dia a dia. Tem 2 passos fundamentais:

  • A primeira etapa do processo envolve moldar, adaptar o artefato de acordo com as necessidades e exigências locais da atividade. Neste particular, o ambiente de aprendizado tecnológico, os participantes e facilitadores, projetos de construção de conhecimento a serem perseguidos, tem um papel crítico neste processo de instrumentação.
  • A segunda etapa foca no desenvolvimento e cultivo de práticas pessoais e coletivas necessárias para usar produtivamente o artefato como um instrumento na atividade de construção do conhecimento. 

O processo de instrumentalização é gradual e leva tempo e depende da participação intensa dos agentes envolvidos no processo de investigação coletiva.

Até logo!

Ferramentas cognitivas e suas funções

Quais as principais funções das ferramentas cognitivas?

Podemos segmentar em 4 dimensões:

  • Buscar Informações. Recuperar e identificar informações em situações de aprendizado, planejamento e execução de atividades (banco de dados e motores de busca).
  • Apresentar Informações. Num formato significativo e apropriado (ferramentas de apresentação, gráficos e mapas conceituais).
  • Organizar o Conhecimento. Estabelecer relações entre as informações através da estruturação ou reestruturação de informações (planilhas e gráficos)
  • Integrar Conhecimento. Conectar a informação nova ao conhecimento prévio e avaliar o aumento do conhecimento (ferramentas de mapeamento, simuladores, discussões, conferências, videostreaming, podcasting, …)

Este é um check list curto e efetivo!

Até logo!

Tipos de Ferramentas cognitivas

Quais são os tipos de ferramentas cognitivas?

Veja um resumo dos tipos de ferramentas cognitivas e onde agregam valor:

  • Banco de Dados. Para complementar a aprendizagem do conteúdo núcleo. Armazenar e recuperar informações de forma organizada e ajudar a estruturar o que sabemos e facilitar a compreensão.
  • Mapa Conceitual. São representações espaciais dos conceitos e suas inter-relações que simulam as estruturas de conhecimento que armazenamos nas nossas mentes. São também eficazes para o planejamento de outros tipos de produções e bases de conhecimento.
  • Planilhas e ferramentas de análise. Para o suporte a resolução de problemas, tomada de decisões e análises de tipo “what-if”. Com três funções primárias: armazenar, calcular e apresentar informações.
  • Ferramentas de Simulação. Representar visualmente ideias abstratas através de modelos que representem as principais características, comportamentos efunções do sistema ou atividade selecionada. O modelo representa a própria atividade, enquanto a simulação representa a operação da atividade ao longo do tempo. 
  • Suporte ao aprendizado. Aplicar a comunicação assíncrona e síncrona para dar apoio ao aprendizado e uso das ferramentas cognitivas e construção do conhecimento, via e-mail e mensagens, boletins informativos, discussões, videoconferências.

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Mapa Mental

O que é um mapa mental e para que serve?

Um mapa mental é um diagrama usado para organizar visualmente as informações. É  hierárquico e mostra relações entre peças do todo. Mapeia informações usando ramificações e mapas radiais. Representa a percepção do ponto de vista de uma pessoa ou uma empresa sobre alguma coisa.

Têm um propósito diferente: ajudam na memória e na organização. 

Os mapas mentais são informais. São conjuntos de palavras estruturadas pelo contexto mental da pessoa com mnemônicos visuais e, através do uso de cores, ícones e links visuais.

Geralmente, é criado em torno de um conceito, desenhado no centro, ao qual são adicionadas representações associadas de idéias como imagens, palavras e partes de palavras. Deve ser feito como uma rápida descrição de um tema, cobrindo todas as características principais.

Aplicações: Prover visão de helicóptero ou mapear concentrações de competências, registrar as experiências das pessoas,  classificar idéias,  organizar informações, resolução de problemas , tomada de decisões e assim por diante.

Existem suposições populares, que explicam a alegada eficácia aumentada do mapeamento mental em relação a outras formas de fazer notas ou representar ambientes, conceitos e partes.

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Mapa Conceitual

O que é um mapa conceitual e para que serve?

Um mapa conceitual ou diagrama conceitual é um diagrama que ilustra as relações sugeridas entre conceitos . É uma ferramenta gráfica usada para organizar e estruturar o conhecimento , ou uma maneira de desenvolver o pensamento lógico e habilidades, revelar conexões e ajudar a ver como as ideias e conceitos individuais formam um todo maior.

Difere do mapa mental que se concentra numa palavra ou ideia. Os mapas mentais são baseados em hierarquias radiais e estruturas de árvores que denotam relacionamentos com um conceito central, enquanto que os mapas conceituais são baseados em grafos, com conexões não hierárquicas. Entretanto, qualquer um pode compor uma base de conhecimento pessoal.

Mapas conceituais são usados ??para estimular a geração de idéias, e acredita-se que ajudam a criatividade .

Aplicações: resumir conceitos chave, seus relacionamentos e hierarquias. Criar conhecimento por transformar conhecimento tácito em um recurso organizacional, mapear conhecimento de equipes, preservar e reter o conhecimento institucional, modelar o conhecimento de forma colaborativa, transferir conhecimentos especializados, facilitar a criação de visão e compreensão compartilhada, Desenhar cenários conceituais iniciais para a informação e aprendizagem subsequentes, comunicar idéias e argumentos complexos, detalhar a estrutura inteira de uma idéia para a análise de outro, aumentar a metacognição (aprender a aprender e pensar sobre o conhecimento).

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Pensamento Reflexivo

Qual a diferença entre pensamento experiencial e reflexivo?

… O pensamento experiencial evolui a partir de nossas experiências no mundo e ocorre automaticamente. Experimentamos algo no mundo e reagimos a ele; Por exemplo, vemos uma luz vermelha e associamos a falha no carro.

… O pensamento reflexivo, por outro lado, requer uma deliberação mais cuidadosa. Encontramos uma situação complexa, pensamos nela, refletimos sobre o conhecimento armazenado, fazemos inferências sobre ele, determinamos as implicações e raciocinamos sobre isso. O pensamento reflexivo é o tipo de pensamento cuidadoso e deliberado que nos ajuda a entender o que experimentamos e a apoiar a construção do que conhecemos. Por exemplo, Considere o pensamento reflexivo exigido pelas decisões importantes na vida sobre carreira, família e saúde.

O pensamento reflexivo geralmente requer suporte externo, incluindo livros, computadores ou outras pessoas.

Os computadores suportam o pensamento reflexivo quando permitem aos usuários compor novos conhecimentos adicionando novas representações, modificando as antigas e comparando as duas.

As ferramentas cognitivas devem ser facilmente acessíveis para apoiar o pensamento reflexivo dentro do contexto da aprendizagem.

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Método Socrático

Método Socrático  470-399 a.C. Maiêutica (“dar a luz”)

A Maiêutica Socrática tem como significado “dar a luz (parto) intelectual” , no interior do ser humano.
Sócrates conduzia este parto em dois momentos: No primeiro, ele levava os seus discípulos ou interlocutores a duvidarem de seu próprio conhecimento a respeito de um determinado assunto; no segundo momento, Sócrates os levava a conceber, de si mesmos, uma nova ideia, uma nova opinião sobre o assunto em questão. Por meio de questões simples, inseridas dentro de um contexto determinado, a Maiêutica dá à luz ideias complexas. Baseia-se na ideia de que o conhecimento é latente na mente de todo ser humano, podendo ser encontrado pelas respostas a perguntas propostas de forma perspicaz.

Trilhas de Aprendizado

Como funcionam as trilhas de aprendizado?

Uma trilha de aprendizado é um conjunto de cursos, lições, artigos, avaliações, simulados, discussões, exercícios de campo. Seu tempo de duração pode variar de 1 hora a algumas horas em função do seu perfil, nível de conhecimento, interesse e tempo. Você calibra isso!

São várias “Trilhas de Aprendizado” para atender as demandas de vários perfis – gerência de serviços, vendas, consultoria de projetos, implantação, operação e demais áreas envolvidas no provimento de serviços. Alternativamente, se você selecionar a “Trilha Completa”, terá acesso à todos os cursos do ciclo de aprendizado.

A proposta é você selecionar uma trilha e fazer os cursos dessa trilha. Observe que existem trilhas mais suaves e outras mais íngremes. Por causa disso, você pode alterar a sua trilha a qualquer momento ou fazer várias trilhas.

Funciona como uma visita guiada

Boa Trilha!